Vertical · Cadeia fria

A carga certa, na temperatura certa, o caminho inteiro.

Sensor de temperatura no mesmo hardware embarcado do copiloto. O alerta chega em rota — antes da carga perder validade, não no fechamento do dia.

Onde dói

O que essa operação sofre calada.

DOR 01

Descobrir no destino

A temperatura saiu da faixa na estrada e ninguém soube. O cliente recusa a carga na doca — e o prejuízo já viajou 400 km.

DOR 02

Registro manual

Planilha preenchida no fim da viagem não é prova de cadeia fria. É memória do motorista — e auditoria nenhuma aceita memória.

DOR 03

Porta aberta demais

Cada minuto de baú aberto em entrega derruba a temperatura. Sem registro, o desvio não tem hora, nem local, nem responsável.

O copiloto aqui

O que a SIGA+ faz dentro da operação de cadeia fria.

01

Temperatura contínua em rota

Sensor conectado ao hardware embarcado, leitura constante. Faixa configurada por tipo de carga, alerta na divergência.

02

Voz na cabine, na hora

O motorista ouve o desvio no momento: verifica o equipamento de frio, fecha o baú, age antes do dano.

03

Prova por viagem

Curva de temperatura completa, exportável. O que o embarcador exige de cadeia fria, você entrega documentado.

A voz na cabine

O que o copiloto fala nesta operação.

  • "Temperatura do baú acima da faixa. Verifica o equipamento de frio."
  • "Porta do baú aberta há 4 minutos."
  • "Temperatura normalizada. Operação segue."

Próximo passo

Quinze minutos sobre a sua operação.

Você conta como opera hoje. A gente diz, na mesma conversa, se a SIGA+ resolve — e se não resolver, falamos na hora.